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12/03/2021
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Porta-cartões marrom em couro. Dentro há três cartões: verde, branco com vermelho e azul e outro laranja com logo da Visa.

Os meios de pagamento online mudam e se atualizam o tempo todo. E seguindo essa transformação, seus clientes sempre vão procurar por opções que sejam mais baratas e práticas.

Neste cenário você tem duas escolhas: levar o avanço como uma pedra no seu sapato e ver os seus clientes abandonando carrinhos, ou ser justamente a loja para onde eles vão quando ficam insatisfeitos com os métodos de pagamento online da concorrência.

E aí, qual vai ser? Se você escolheu a segunda opção, continue neste texto que vamos te mostrar tanto o que está acontecendo agora quanto o que é tendência ao longo do ano.

Os impactos do PIX no e-commerce

Logotipo do pix com símbolo e grafia estilizada. Também faz parte da identidade o complemento “powered by Banco Central”.

O PIX já é uma figurinha carimbada em todas as rodas de discussão sobre a evolução do e-commerce. Ele promete ser a solução para os boletos não pagos e uma opção mais barata e instantânea para os cartões de crédito.

De fato, é impossível tirar o mérito desse meio de pagamento online, afinal são mais de 159 milhões de chaves cadastradas em apenas quatro meses. Então é bem provável que o TED e DOC estejam com os dias contados, principalmente para transações entre pessoas físicas.

Mas quando falamos de e-commerce, parece que os empresários ainda não aprenderam como utilizar o PIX. Você mesmo que fez uma compra online nos últimos tempos, quantas lojas ofereceram o pagamento instantâneo do BC como opção? Pois é, mas até os maiores e-commerces ainda não aderiram…

Para os próximos meses, a tendência é que esse cenário mude. Algumas novidades vem surgindo para colocar o PIX de vez no topo dos métodos de pagamentos online dos e-commerces:

  • Pix Link: essa é uma função que já deveria ter vindo com o lançamento da ferramenta, mas foi adiado. Com ele você pode criar links em que, basicamente, o seu cliente clica e é redirecionado para a página de “confirmar”. Hoje temos apenas a função “copiar e colar” em que é preciso acessar o aplicativo do banco e passar por alguns passos antes;
  • Pix Cobrança: com lançamento previsto para este mês de março, essa nova função do PIX torna possível que e-commerces criem um QRCode para pagamento imediato ou futuro. Esse código carrega mais informações além do valor, como multas, juros e descontos – é quase um boleto bancário mesmo.
  • Pix Garantido: com disponibilidade para o segundo semestre, o que se sabe é que será possível parcelar compras em um sistema em que o valor fica congelado e vai sendo liberado de acordo com o pagamento das parcelas.

#DicaOpenK: com essas novas funções não restam dúvidas que o PIX é uma forma de pagamento online que veio para ficar. Você ainda não tem no seu e-commerce? Veja sobre o que é o PIX e como ele pode beneficiar o seu negócio.

Mais fintechs

Pessoa utilizando celular, na tela, um aplicativo financeiro com gráfico e valor. Em segundo plano, tela de notebook.

Seguindo a linha do PIX, que surgiu para deixar as transações mais simples e baratas, podemos observar também uma onda imensa de novas fintechs. Elas surgem por aí para abocanhar o público dos bancos tradicionais.

Se você ainda não está familiarizado com o termo, as fintechs são uma espécie de startups só que mais voltadas para o mercado financeiro – incluindo meios de pagamentos online, mas não somente.

Algumas das mais famosas que nós temos hoje são:

  • Nubank, Neon, e C6: ambas oferecem abertura de contas e cartões de crédito totalmente online e sem tarifas de anuidade e manutenção de conta;
  • Méliuz e Ame: com certeza essas você conhece! Elas são uma “alternativa 2.0” para os programas de fidelidade e utilizam o cashback como benefício;
  • PicPay: talvez seja a que engloba mais formas de pagamentos online, tanto para empresas quanto para pessoas físicas. Ele permite que qualquer pessoa cobre ou pague alguém, parcele boletos e conta também com um API de pagamentos para e-commerces.

Essa é apenas uma fração de todas as fintechs disponíveis. Hoje, já são mais de 700 delas só no Brasil focadas nas mais diversas soluções. A nossa sugestão é ficar de olho nas que mais fazem burburinho, pois nunca se sabe quando pode surgir uma fintech de pagamento online que vai revolucionar o mercado.

O débito vai ter mais relevância

Porta-cartões marrom em couro. Dentro há três cartões: verde, branco com vermelho e azul e outro laranja com logo da Visa.

Até aqui, falamos sobre as atualizações dos métodos de pagamentos online com novidades que substituem o que já está sendo utilizado. Mas, desta vez, vamos na contramão porque tudo indica que em 2021 o débito estará mais vivo que nunca!

A principal resistência do cartão de débito para as compras online sempre seguiu o entendimento de falta de segurança. Afinal, o dinheiro é compensado na hora e, caso tenha algum problema, receber o estorno se torna bem mais complicado.

Mas isso vai mudar com o 3DS 2.0 – atualização do protocolo de segurança para pagamentos online que já é nativo para mobile e permite 10 vezes mais dados de transação na transferência. Isso associado aos sistemas antifraude das plataformas de pagamento é um conforto imenso para os clientes mais desconfiados.

O outro motivo não é nada feliz: com a instabilidade econômica que todo mundo está enfrentando neste momento, muitos consumidores estão evitando se comprometer com compras parceladas e preferindo fazer suas compras à vista.

Prova dessa aposta é que as compras pelo débito cresceram 50 vezes de 2019 para 2020 segundo a Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços). Pode contar que para 2021 esse número vai crescer ainda mais.

Open Banking

Foto de três cadeados, sendo dois menores que estão fechados e um maior que está aberto

A última informação sobre o futuro dos pagamentos online em 2021 vai impactar mais na vida do seu cliente que do seu negócio. Mas é bom você ficar por dentro para não cometer nenhum erro e sofrer punições.

A primeira fase do Open Banking começou no dia primeiro de fevereiro e diz respeito à autonomia do seu cliente em relação aos dados financeiros dele. A partir de agora todas as informações vão pertencer à própria pessoa e não mais ao banco.

Essa liberdade é tão grande que, por meio de um aplicativo, o cliente terá acesso a todas as suas contas e investimentos e poderá fazer transferências bancárias sem nem entrar no aplicativo do banco. O dinheiro também será dele e não em posse das instituições.

Mas o que isso tem a ver com os pagamentos online?

Tudo! O Open Banking está diretamente ligado à Lei de Proteção de Dados – ambos são iniciativas do Banco Central – e, assim como a LGPD, agora o cliente pode optar por compartilhar as suas informações para diferentes instituições. Os grandes bancos não poderão mais guardar esses dados para si.

Com isso fica mais fácil para os clientes conseguirem abrir contas e conseguir crédito em outras instituições, o que incentiva a criação de novas fintechs que dão mais oportunidades e, por consequência, um maior poder de compra. E isso impacta diretamente no seu e-commerce, que vai vender bem mais.

Tudo está conectado, e, como você pode ver, todas as tendências de pagamentos online para 2021 estão relacionadas a dar mais autonomia para o seu cliente comprar como quiser. Inclusive, com mais facilidade e segurança.

Ainda falando sobre segurança, como anda o seu e-commerce em relação às adaptações para a LGPD? Por mais que ainda estejamos em período de adaptação, a lei já está em vigor e a aplicação das multas começam a valer dia primeiro de agosto.

Está mais que na hora de você se adaptar! Para não ficar nada de fora, nós bolamos um resumo LGPD: checklist completo para saber se o seu negócio está dentro da lei. É bom já dar uma lida e ver o que precisa ser feito.

Até a próxima.


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