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16/09/2020
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Um dos impactos positivos da pandemia da COVID-19 sobre o mercado brasileiro foi a consolidação da farmácia online. O segmento, que até o ano passado tinha baixa participação no comércio eletrônico, mais do que dobrou o faturamento com as vendas online, registrando um crescimento de 106% no primeiro semestre de 2020.

O isolamento social colocou os empresários do setor em uma verdadeira corrida para adaptar as lojas às necessidades do momento, mas especialistas acreditam que a mudança veio para ficar. Com a reabertura do comércio, o desafio dos próximos meses é aperfeiçoar o serviço para convencer os consumidores a adotarem a opção de maneira definitiva.

Mesmo diante de tantas incertezas, o cenário é promissor a longo prazo para quem está considerando apostar as fichas em uma farmácia online. Continue a leitura para saber mais sobre essa oportunidade!

carrinho de compras em miniatura com cartelas de medicamento próximo de comprimidos espalhados pela superfície branca

2020, o ano da farmácia online

A quarentena fechou as portas de todos os segmentos do comércio considerados não essenciais, tornando o e-commerce a única alternativa para quem quisesse continuar fazendo negócio. Esse não foi o caso das drogarias, obviamente, mas ainda assim a farmácia online foi capaz de movimentar mais de R$718 milhões segundo dados da Abrafarma.

Com a pandemia, o e-commerce se tornou a alternativa mais segura para a população, principalmente para aqueles consumidores que se enquadram nos grupos de risco da COVID-19, como os idosos, que compõem boa parte do público atendido pelo setor.

Até mesmo a legislação precisou se adequar ao modelo de farmácia online. Receitas digitais para a compra de antibióticos e outros medicamentos de uso controlado, que até então não tinham validade, passaram a ser aceitas. Isso abre uma frente de possibilidades para quem deseja investir no negócio, seja em site próprio, aplicativo, ou marketplaces especializados.

Segundo dados da Mastercard, só em abril a participação do setor farmacêutico no comércio eletrônico geral foi de 8% e a projeção é que chegue a 10% até o final do ano. O ticket médio também cresceu em 2020, indo de R$124,75 para R$140,30 – e o interesse por itens de saúde chegou também no comércio não-especializado.

Essas mercadorias estiveram na liderança das vendas online de maneira geral, com crescimento de 135% entre o fim de fevereiro e maio, segundo dados da Compre&Confie. A procura foi sobretudo por itens relacionados a pandemia, como álcool gel e vitaminas.

 ilustração de notebook com atendente de farmácia vetorizado na tela ao lado de carrinho de compras

Transformação digital no varejo

Vale dizer que o crescimento da farmácia online não é um fenômeno isolado. Os números que você viu no tópico anterior são resultado da transformação digital que o varejo brasileiro sofreu em 2020, um processo que já vinha acontecendo nos últimos anos mas foi acelerado por conta da pandemia.

Segundo a Kearney, empresa de consultoria global, esses novos hábitos de consumo devem impulsionar o crescimento do e-commerce brasileiro em um ritmo médio de aproximadamente 17% ao ano até 2024. Seguindo essa projeção, o faturamento esperado será de cerca de R$69 bilhões a mais do que era esperado antes da pandemia.

Não há dúvidas de que ninguém será o mesmo depois de 2020, mas os números acima mostram nem toda mudança precisa ser ruim. O crescimento do comércio eletrônico traz novas oportunidades para diferentes setores, com mais comodidade, mais segurança, além de ser uma alternativa de baixo custo para os empresários se comparado a um ponto de vendas físico.

Para seguir comprando na farmácia online e outros tipos de e-commerce no pós-pandemia, o consumidor espera preços mais justos. Segundo uma pesquisa da Social Miner, os principais fatores apontados pelo público como determinantes para a retenção no comércio online são:

Vale a pena investir na farmácia online?

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Acredito que até aqui os números já te mostraram que a farmácia online é um dos nichos mais promissores para o próximo ano. É fácil se adaptar a mudanças positivas, e a praticidade de conseguir medicamentos, cosméticos e outros produtos de cuidados pessoais em poucos cliques já caiu no gosto do consumidor.

Mesmo em um pós-pandemia, a COVID-19 deixará como legado uma nova forma de olhar para a saúde no dia a dia, com hábitos de higiene que vieram para ficar e a busca por itens que melhorem a qualidade de vida de modo geral.

Mas, falando estritamente de negócios, a grande vantagem de uma farmácia online está nos custos reduzidos que envolvem a operação. Sem ter que se preocupar com espaço físico e um grande número de colaboradores, seu foco (e seu dinheiro!) vão poder se concentrar na melhor plataforma para seu público e na busca por uma logística eficiente para atender a todos.

Para quem já tem uma loja física os custos são ainda menores, já que você não precisa começar o estoque do zero, além de já contar com uma base de clientes e um corpo de funcionários.

Aliás, todos esses ativos podem ser divididos com a farmácia online: em vez de gerir dois negócios diferentes ao mesmo tempo, o melhor caminho para começar é fazer com que um alimente o outro. Você pode “testar o território” com itens que possuem maior giro no comércio eletrônico, como cosméticos e medicamentos que não exigem receita, e ir expandindo aos poucos de acordo com o perfil do público que irá se formar.

Existem hoje no mercado diversas soluções de software para comportar uma farmácia online, desde uma plataforma própria até os marketplaces especializados. Mas, independente de qual seja sua escolha, os custos de manutenção são definitivamente mais baratos do que os de uma loja física, outra boa notícia em tempos de crise e instabilidade econômica.

Ficou interessado nas farmácias online? Então continue com a gente no próximo artigo e veja só o que você precisa para começar a vender pela internet!


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