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27/01/2021
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Cartões de crédito espalhados em superfície vermelha com notebook aberto ao lado.

Na OpenK, somos e sempre fomos adeptos da filosofia de vendas integradas. Acreditamos que vender nos marketplaces é ótimo, mas em conjunto com a sua própria loja online, de domínio próprio, você tem mais vantagens e consegue trabalhar melhor seu marketing e seus diferenciais. O problema é lidar com os desafios de montar um e-commerce no Brasil.

Vender nos marketplaces traz dinheiro sem um investimento muito alto em infraestrutura, sendo um ótimo caminho para gerar visibilidade em um novo produto. Mas pela competitividade, ele sozinho torna difícil a apresentação de diferenciais competitivos.

A escolha da venda exclusiva em marketplaces parte, muitas vezes, das dificuldades de montar um e-commerce no Brasil. Questões práticas da operação, como logística, integrações e fraudes assustam muitos lojistas.

Hoje vamos falar um pouco mais sobre isso e como contornar esses desafios. Vamos lá?

A logística para e-commerces no Brasil é falha

As formas de envio no Brasil, por mais democráticas que sejam, apresentam várias dificuldades para empreendedores online.

Começando com o maior problema: a infraestrutura dos Correios. A estatal é ótima em entregar para qualquer lugar, cobrindo todo o território nacional, inclusive locais inacessíveis até para as transportadoras.

Mas isso vem com um problema: seu sistema de entregas é ultrapassado, sua frota é reduzida e, segundo o Sindicato dos Trabalhadores dos Correios, não há novas contratações desde 2011.

É claro que isso impacta diretamente na qualidade das entregas, que demoram ou, em alguns casos, simplesmente desaparecem.

Por outro lado, as transportadoras oferecem um serviço similar, só que com mais agilidade e transparência. O maior problema delas está justamente em não chegar em todas as regiões. Onde não chegam, a solução é enviar pelos Correios.

É um paradoxo. Ter e-commerce no Brasil é estar entre a cruz e a espada na logística. E isso gera problemas graves: em 2020, por exemplo, o Reclame Aqui registrou 84,6% mais reclamações por conta de atraso nas entregas.

Interior de van para entregas com caixas empilhadas de diferentes lojas, tamanhos e cores.

Como resolver os problemas de logística?

Não é todo e-commerce que consegue um serviço tão unificado quanto a Amazon Prime. Por lá, você pede e, com o sistema de última geração, a empresa consegue conciliar a viagem para o seu estado com o transporte por motoboys – normalmente Loggi. O resultado é uma entrega em 2 ou 3 dias.

Isso é um verdadeiro milagre da logística brasileira, mas disponível apenas para quem investe pesado na área.

Para nós, profissionais de e-commerce no Brasil, o que nos resta é procurar outras soluções. De forma independente, podemos contratar transportadoras para a entrega no Brasil inteiro ou fechar contratos regionalmente onde há maior fluxo de vendas.

Geralmente isso é feito diretamente com transportadoras que oferecem esse tipo de serviço.

As fraudes no e-commerce vêm crescendo

Em 2019, a quantidade de tentativas de fraudes no e-commerce brasileiro subiu 14% em relação a 2018. Ela fechou o ano em um índice de 2,52%.

Mas 2020 chegou e, com o boom do e-commerce no Brasil, as fraudes também foram lá em cima: no primeiro semestre, elas chegaram ao patamar de 3,49%, segundo a Konduto.

Isso é gravíssimo. 3,49% pode não parecer um índice muito alto, mas pense fora da porcentagem: para cada 50 compras, pelo menos uma foi fraudada, com alta probabilidade de serem duas.

Em e-commerces pequenos, 2 fraudes por mês é inviável. Ainda mais se você vender produtos caros, que são os mais visados para a fraude. Se no seu site tem panelas, pratos e fogões, você já pode imaginar que as fraudes vão ser nos fogões.

E isso é ainda mais complicado, porque quem paga a conta da fraude normalmente é o lojista. O chargeback é cobrado de você. E se já fez o envio, fica sem o dinheiro e sem o produto.

Cartões de crédito espalhados em superfície vermelha com notebook aberto ao lado.

Como evitar fraudes no e-commerce brasileiro?

Se você não sabia dessa questão do chargeback, deve estar até um pouco indignado com essa cobrança, não é? Mas ela é inteiramente legal por uma questão de responsabilidade.

As instituições financeiras consideram que o risco de fraude é maior no digital, e não se responsabilizam caso aconteçam. Quando você assina o contrato, concorda que irá cobri-las.

Portanto, é esperado que o e-commerce lide ele próprio com esses problemas. E a única forma de fazer isso é instalando um sistema antifraudes confiável na loja virtual.

Temos algumas recomendações de textos para você entender melhor como contratar um antifraude. O primeiro, da OpenK mesmo, fala sobre quais os melhores gateways de pagamento e como escolhê-los. Eles já vêm, em muitos casos, com seus próprios sistemas.

O segundo, do Amplia Vendas, fala especificamente dos sistemas antifraudes, o que eles fazem e como é o modelo de contratação. Vale a leitura!

Problemas com integrações em marketplaces

Outro grande desafio é que ter um e-commerce no Brasil sozinho e integrar tudo com marketplaces. É uma tarefa árdua, que requer um bom conhecimento em linguagens de programação e da lógica das plataformas.

É tão difícil hoje que praticamente ninguém nem tenta sem uma empresa por trás. O que dificulta, em muitos casos, é o preço e a qualidade do serviço prestado por essas empresas.

E outra problemática: no cenário do e-commerce brasileiro, não é tão fácil encontrar desenvolvedoras que integrem aos marketplaces ou integradoras que desenvolvam o e-commerce. É um ou outro.

Isso gera grandes problemas para o lojista. Se você tem um e-commerce no Brasil que não integra com marketplaces, precisa criar e monitorar as contas separadamente em cada canal.

Se você vende em B2W, Mercado Livre, Via Varejo, Amazon e Carrefour, por exemplo, precisa acompanhar todas essas plataformas. Emitir notas individualmente, separar pedidos para cada uma delas e ainda respeitar o compliance de cada uma.

Isso é muito complicado de fazer sozinho, para não dizer impossível. Mas tem solução:

Códigos de programação em tela de computador.

Como integrar e-commerce com marketplaces?

Vamos dar o nosso exemplo, mas longe de nós querer impor a nossa solução como a única que você precisa conhecer. Na verdade, a pesquisa é necessária e nós te encorajamos a fazê-la.

A OpenK trabalha desde o desenvolvimento inicial do seu site – ainda na fase de layout e SEO – até a entrega final com os marketplaces já integrados. Inclusive, com opções de dropshipping nacional com indústrias parceiras já oferecendo o serviço.

Veja bem: dropshipping nacional, sem problemas logísticos, sem enrolação.

Você precisa de alguém que faça esse trabalho para não ter que pagar duas vezes com outras plataformas. E se for escolher uma plataforma de loja virtual, deve optar por uma que já ofereça essas integrações com facilidade.

Venha conhecer nossos produtos. Temos certeza que um deles vai te ajudar a combater esse desafio do e-commerce no Brasil.

Um abraço e até o próximo texto!


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