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06/01/2022
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Foto de homem em fundo branco fazendo alongamento com os braços, se preparando para algum exercício.

Parece pouco tempo, mas nos últimos dois anos o e-commerce no Brasil passou de “negócio do futuro” para a realidade do comércio. Todos os dias eram mais e mais notícias de novas lojas abrindo e recordes atrás de recordes em vendas.

Hoje, o último dado que temos é o 7º Perfil do E-Commerce Brasileiro da BigDataCorp, de agosto de 2021, quando atingimos a marca de 1,6 milhão de lojas online ativas e, mesmo com aumento bem discreto, a Black Friday de 2021 superou sim a de 2020.

Contudo, a sensação que fica é “e agora?”. Vai continuar crescendo até quando? Será que ainda tem espaço para todo mundo – e para os milhares de lojas que ainda vão chegar? Como permanecer com as vendas no online com a retomada das lojas físicas?

São muitas perguntas sobre a que pé estamos com o e-commerce no Brasil, e no texto de hoje eu vou dar o meu overview se chegaremos ou não à estagnação.

O e-commerce no Brasil não vai estagnar porque ele nunca esteve parado!

Foto de homem e mulher de negócios agachados com as mãos no chão, se preparando para dar a largada em uma corrida.

Este não é um texto ao estilo “o que sua loja precisa para sobreviver”. Até porque, se você chegou até este texto é um sinal de que não está entre aqueles que ficam de fora, esperando a transformação do e-commerce no Brasil acontecer – você faz parte dela.

E quando falamos em transformação digital, pode até soar como um termo um tanto prepotente, visto que estamos dentro do processo e pra gente parece que as coisas não mudaram tanto assim. Mas é aí que está o “pulo do gato”.

Por isso que agora vou te mostrar alguns cases de gente que tem cuidado para que o e-commerce no Brasil não fique estagnado – e as vendas também não. Vem ver!

Magalu e o omnichannel

Já faz um tempo que estamos falando que o futuro do e-commerce no Brasil não é o e-commerce em si, mas a comodidade que ele oferece. A grande carta na manga é não evoluir só no digital, mas em todas as direções, tudo para que o seu cliente tenha mais poder de escolha.

Sobre isso, por mais que a Amazon e o Mercado Livre também estejam avançando neste sentido, escolhemos a Magalu pelo reconhecimento adquirido mundialmente. Tanto que estão no livro “2021 Tendências Globais de Varejo & Inovações”, que reúne as 50 empresas do mundo que mais evoluíram em 2020.

Na publicação ela é tida como “um dos mais integrados e inovadores varejistas omnichannel do mundo”. E não é para menos! Aqui vou citar só algumas estratégias que garantiram esse posto:

  • Rede física: Indo na contramão do esperado, o Magazine Luiza chega ao Rio de Janeiro com inauguração de 50 lojas. Esse feito, diferente do esperado, não foi exclusivamente para aumentar a sua presença física, mas sim para que essas lojas possam funcionar como centros de distribuição e pontos de “clique e retire”, fazendo as entregas serem ainda mais rápidas;
  • Super app: Enquanto muitos só pensam em um design responsivo para e-commerce, eles foram além na integração. Com o app do Magalu você pode ver qual a loja mais próxima, quantidade de itens disponíveis e retirar no mesmo dia (ou então o produto sai dessa própria loja, agilizando bastante a entrega);
  • Atendimento: Com tantas inovações no digital é natural que uma das maiores empresas de e-commerce no Brasil tenha até 250 mil chamados/mês. O que é difícil entender é sobre como oferecer um atendimento personalizado a todos, mas isso foi possível com o CRM da Zendesk (que reúne todas as informações dos clientes – histórico de pedidos, chamados, informações pessoais cedidas).

Para você entender melhor sobre os planos Omnichannel do Magalu Marketplace para o e-commerce no Brasil, por que não descobrir direto da fonte? Veja agora o que a Nathaly Araujo Dias disse sobre o assunto na Maratona Amplia Vendas:

#DicaOpenK: Quer entender mais sobre esse estilo de negócio e ver onde pode aplicar aí no seu negócio? Sugerimos que leia nosso texto: “o que é omnichannel e porque todo mundo fala sobre isso”.

Mercado Envios atendendo ao gosto do cliente sem decepcionar o vendedor

Logotipo Mercado envios, com ícone verde e fundo na mesma cor.

Não é nenhuma novidade falar que o maior gargalo do e-commerce no Brasil são as entregas. Ao mesmo tempo em que todos querem as encomendas para ontem, ninguém está disposto a pagar um centavo a mais pelo envio expresso.

Este, inclusive, seria um ponto de estagnação para as vendas online com o cliente só pensando “ah, não tenho esse tempo para esperar e nem estou disposto a pagar tanto para receber mais rápido. Melhor deixar de comprar pela internet”.

Mas não é assim que funciona o e-commerce no Brasil. Nós enfrentamos desafios e não deixar que os seus clientes desistam das suas compras pelo frete está entre as nossas responsabilidades. Felizmente, para nos ajudar nisso temos exemplos como o Mercado Envios.

O sistema entra dentro do ecossistema Mercado Livre, funcionando para a logística dos pedidos de um jeito que todo mundo sai ganhando:

  • Para o comprador: A partir do Mercado Pontos o seu cliente pode ganhar descontos de até 45% no frete – para conseguir mais pontos, precisa comprar mais. Logo, não vai escolher outros marketplaces para acumular benefícios (se você estiver anunciando lá sai ganhando);
  • Para o vendedor: Um ponto chato é que todas as suas entregas acima de R$ 79,00 precisam ser com frete grátis. A boa é que, de acordo com a sua reputação no Mercado Livre, eles podem “rachar” essa conta em até 50%. Ótimo, não?

E em todo esse sistema a empresa sai colecionando novos sellers e também compradores! Mas o e-commerce no Brasil é bom assim: quando todo mundo sai ganhando.

Outros e-commerce no Brasil que se destacaram na logística:

  • Amazon FBA: O sistema logístico da Amazon que consagrou o fulfillment existe mundo afora há mais de 10 anos, mas foi em 2021 que chegou ao Brasil (só em SP e para MPE). Consiste em galpões onde seus produtos ficam armazenados e eles tratam de enviar aos clientes por você em até dois dias (e grátis, para clientes prime);
  • Fast Shop, Americanas Delivery e Magalu #PiscouChegou: São três sistemas de três empresas diferentes que abordamos no texto sobre entregas no mesmo dia. Eles utilizam mini-veículos elétricos para fazer entregas em até meia hora em grandes centros urbanos.

O SmartHint adivinhando o que o seu cliente deseja

Logotipo SmartHint com ícone e tipografia em fundo transparente.

Acabamos de conversar sobre dois cases que estão reformulando o e-commerce no Brasil. E, uma vez que os clientes experimentam a comodidade do omnichannel ou a agilidade do Mercado Envios, com certeza vão esperar isso em todas as compras online.

E para revolucionar esse processo, quero falar de uma solução que pode ser aplicada aí mesmo, no seu site de e-commerce e, com certeza, vai deixar o seu e-commerce mais personalizado que nunca.

O SmartHint é uma plataforma de recomendação que utiliza a inteligência artificial para aumentar a sua taxa de conversão em até 30%. Não posso afirmar total sucesso desses números tão ambiciosos, mas mesmo com metade desse retorno, estagnação não será um problema para o e-commerce no Brasil.

Seus serviços atuam, principalmente em três frentes:

  • Vitrines de recomendação: Sabe quando você acessa a página de um produto e, logo abaixo aparecem lista de “produtos similares”, “quem viu se interessa por” “recomendado para você”, “os mais vistos” e por aí vai? Pois então, eles criam essas listas com base no comportamento de cada usuário dentro do seu site;
  • Pop-up de retenção: Algum visitante passou por um produto e está indo embora sem fechar o pedido? Tenha um último artifício com pop-ups que criam listas personalizadas ou então cupons de desconto;
  • Busca Avançada: É a forma de dar contexto às pesquisas. Por exemplo, uma busca por “cadeira de escritório” não vai encontrar todos os modelos de cadeira e itens de escritório, além de revelar possíveis erros de português e apresentar sugestões enquanto a pessoa digita no campo de busca.

Outras soluções que buscam inovar o e-commerce no Brasil

  • Chatbots: Mais dinâmico que as vendas no seu e-commerce precisa ser o seu atendimento. A todo instante aparece alguém com alguma dúvida ou ainda reclamação. Para facilitar essa tarefa sem deixar ninguém esperando os chatbots conseguem buscar no sistema respostas quanto a tracking de pedido, disponibilidade de produtos ou confirmação de disponibilidade e pagamentos;
  • A Mobly com a realidade aumentada: Há quem tenha dúvidas se o e-commerce no Brasil está preparado para a realidade aumentada e a resposta da Mobly é que sim! Com este marketplace não existe isso de um móvel não caber ou não combinar com a sua casa – é só ligar a câmera do celular e ele estará lá, em tamanho real.

O e-commerce no Brasil não chegará à estagnação. Mas e o seu?

Foto de homem em fundo branco fazendo alongamento com os braços, se preparando para algum exercício.

O e-commerce no Brasil não está parado. Nunca esteve. E este texto foi só mais uma constatação de quantas mudanças estão acontecendo agora, neste momento. E digo mais: o que você lê aqui como novidade, daqui a um ou dois anos será apenas o padrão dos negócios, o seu cotidiano – quem não se adaptar é que estará estagnado.

Não que você precise levantar agora e aplicar tudo o que foi levantado. Pode ser que o Live commerce ou a realidade aumentada não se encaixem na sua operação agora e nem amanhã. O omnichannel mesmo, para quem não tem um ponto físico pode ficar bem complicado.

Por outro lado, a preocupação com as entregas rápidas e a personalização das vendas são pontos que você precisa levar em conta – seja anunciando em marketplaces que oferecem esses recursos ou pensando em alguma outra alternativa. O que não dá é para ficar parado!

Mas antes de pensarmos no que fazer no futuro, o primeiro passo é pensar no agora: hoje, a sua loja atende o que o e-commerce no Brasil exige? Para descobrir isso, te faço uma pergunta: você vende tanto quanto gostaria? Se sim, creio que não há com o que se preocupar. Agora, se não, provavelmente é porque tem alguma ponta solta na sua operação.

Vamos fazer um combinado? Leia agora mesmo o nosso texto sobre problemas no e-commerce com dicas para converter mais online! Lá listamos os erros mais comuns e já te mostramos como fazer para contornar a situação.

Daí sim, depois disso volta aqui que falamos sobre o e-commerce no Brasil e como evoluir no ritmo dele, beleza?


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