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24/08/2018
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Crossdocking no e-commerce

Uma situação sempre foi muito comum no e-commerce: o negócio começa em casa, e pouco a pouco os ambientes vão sendo tomados pela presença dominadora do estoque.

Quanto mais você vende, mais você precisa de mercadorias, e elas vão se empilhando na sala, no quarto, no banheiro desativado, etc. O crossdocking no e-commerce é uma técnica logística que pretende acabar com o estoque.

Neste artigo, vamos explorar com mais profundidade o que é e quais são os impactos do crossdocking no e-commerce. Vamos lá?

O que é o crossdocking no e-commerce?

É uma tendência natural: quanto mais o segmento de e-commerce se expande, mais ele vai evoluindo para ser mais simples e democrático. Muita gente hoje em dia não consegue expandir os seus negócios justamente por conta do espaço físico limitado. O crossdocking no e-commerce surge para sanar essa necessidade.

Crossdocking no e-commerce: presentes embrulhados para o natal

 

O trabalho do crossdocking no e-commerce é um de divisão de tarefas de uma forma mais acertada. Você não precisa lidar com a compra dos produtos, sua estocagem, estratégias de vendas, a própria venda e o envio. Grande parte do trabalho de logística fica na mão de centros de distribuição trabalhando em conjunto com o seu fornecedor.

Você opera toda a parte de força de vendas: cria um site, cadastra seus produtos, estabelece suas estratégias de marketing, faz as vendas e pronto. À partir do momento que a venda está fechada, você só vai lidar com operações financeiras de pagamento e recebimento. A logística fica por conta dos fornecedores e dos centros de distribuição.

O fornecedor recebe o pedido, envia para o centro de distribuição que, por sua vez, envia para o cliente. Porém, isso não quer dizer que é só vender e esquecer: seu cliente não sabe que é assim que funciona, e a responsabilidade de uma entrega eficiente, no prazo e com todos os produtos requisitados ainda é sua.

O crossdocking no B2B e no atacado online

O lojista não precisa operar com estoque, isso já definimos. Mas e quem vende em quantidade para outros negócios, no modelo B2B?

Crossdocking no e-commerce: dois funcionários conferindo o estoque da empresa

 
Nesse ponto, entra outra característica do crossdocking no e-commerce. Se você opera um atacado online, precisa de um estoque relativamente grande para guardar os pallets com as mercadorias. Aplicando o crossdocking – termo que significa “cruzamento de docas” ou “carregamento cruzado” – o trabalho do seu armazém é o de transferência de mercadorias.

Um carregamento para algum cliente chega às 10 horas? Então nesse horário um caminhão já estará preparado para ser carregado. Quando o produto chega, há uma transferência de veículos, sendo que o segundo segue imediatamente para o seu destino.

O crossdocking no e-commerce B2B e atacado online, então, também elimina a necessidade de estocar, mas é você quem está aplicando a técnica. Enquanto isso, em modelos B2C, para o lojista dono de e-commerce, ele é um elo a mais nessa cadeia de suprimentos, mas não lida diretamente com o produto.

O crossdocking no e-commerce não te isenta de responsabilidades

Muito pelo contrário. Se você é lojista e trabalha com o crossdocking no e-commerce, você ainda é responsável pela entrega normalmente, como seria se o trabalho de envio ainda fosse seu.

O cliente não está ciente e, na maior parte das vezes, nem ao menos se interessa com o modelo de entregas sendo realizado. Ele só quer a mercadoria que ele pediu entregue sem danos e dentro do prazo. O lojista, como mediador, deve respeitar esse prazo acima de tudo.

A necessidade de controle e integração é grande

E todo esse processo deve ser controlado em todas as suas etapas. Deve haver uma conversão de informações tanto para que a entrega seja eficiente tanto para que o processo seja transparente para o cliente.

Crossdocking no e-commerce: funcionário conferindo o estoque da empresa

O crossdocking no e-commerce é eficiente à medida que o processo é simples, dinâmico e funcional. Ou seja, ele só vai ser eficiente se a sua empresa também o for. Para isso, confira algumas recomendações:

  • ERP para as rotinas internas – Antes de sequer pensar no crossdocking no e-commerce, você deve investir em um bom ERP para “colocar a casa em ordem”. Se você lida com uma demanda relativamente alta e uma equipe grande, são vários os processos que você precisa organizar e automatizar para garantir que o crossdocking realmente vai funcionar.
  • Comunicação com o fornecedor e com o centro de distribuição – Você precisa ser o intermediário entre cliente e distribuição. Se você é a própria distribuição, precisa se comunicar com a indústria para transmitir e acompanhar pedidos.
  • Sistema de gerenciamento automatizado – É possível fazer tudo isso rodar no backend do seu e-commerce. Você vai precisar de um sistema para fazer a integração de todos esses processos, garantindo que o controle esteja totalmente nas suas mãos, tanto em questões operacionais quanto de mediação de entregas.

A OpenK pode te ajudar nesse processo. Nosso mais novo lançamento, o Restock – destaque no Fórum E-commerce Brasil 2018 – , trabalha justamente para atingir esse ideal: o crossdocking no e-commerce aplicado à perfeição. Que tal vir conhecer?

E não vá embora antes de saber mais sobre a outra tendência em logística que a OpenK também cobre com o Restock: o dropshipping no e-commerce! Vamos para o próximo artigo?


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