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30/12/2021
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Sob um smartphone estão duas moedas Bitcoin: uma prata e outra dourada.

No texto de hoje quero te convidar para fazer uma viagem para o futuro, não que a discussão seja algo tão high tech assim, mas é que só de pensar já estamos saindo da caixinha e nos aventurando pelo desconhecido. Diz aí, já pensou que o dinheiro pudesse ser substituído?

E não falo apenas das notas ou moedas dando espaço para transações online, mas a própria noção do dinheiro já não ser mais a única maneira de fazermos nossas trocas mercadológicas. Pode parecer uma grande loucura, mas hoje quero conversar sobre a relação das criptomoedas, o e-commerce e o futuro dos pagamentos online.

E por que falar sobre isso agora? Bom, como disse, o assunto já não é tão novo, mas as últimas movimentações no mercado acenderam o alerta para nos preparamos para o que virá. É hora de entender melhor sobre o assunto e eu te ajudo a chegar lá.

Uma mulher segurando um tablet com uma mão e clicando nele com a outra. Acima a logo do Bitcoin em azul.

Por que falar de criptomoedas agora?

No final de novembro, o Mercado Livre anunciou que vai abrir sua oferta de compra, venda e armazenagem de bitcoin para quem mora no Brasil. Isso significa que agora todos vão poder comprar e vender usando cripto – inclusive no marketplace? Ainda não, mas, a longo prazo, esse seria o próximo passo.

Por ora, brasileiros que já possuem suas criptomoedas vão poder comprar, vender ou armazená-las na carteira digital do Mercado Pago. Possibilidade que surge devido ao investimento estratégico da empresa em maio deste ano ao comprar US$ 7,8 milhões em Bitcoin.

Diante desse fato, é que precisamos começar a entender melhor sobre o assunto e ponderar se (e como) o e-commerce deve começar a se preparar, se essa é uma inovação para todos ou não. Mas, antes, vamos começar pelo começo…

O que são criptomoedas?

Para entender o conceito, tente relembrar de algum jogo de videogame ou algum outro jogo online que já jogou na vida. Normalmente, dentro daquela realidade virtual, existe um dinheiro fictício que cada personagem tem acesso para comercializar e subsistir dentro do jogo, certo? As criptomoedas funcionam de forma bem similar.

Elas são moedas digitais ou códigos virtuais que podem ser convertidos em valores reais. Isso quer dizer que não existem fisicamente, apenas no ambiente virtual e todas as transações também acontecem de forma online.

O nome “cripto” remete a forma como elas são vendidas e comercializadas: por meio de código criptografados, já que não dependem de um terceiro intermediário, como bancos. Se você precisa de uma quantia hoje, todo o processo depende do banco para acontecer, com as criptomoedas a negociação é toda pela internet, sem burocracia e de pessoa para pessoa.

Tipos de criptomoedas

A primeira criptomoeda a existir foi o Bitcoin, logo após a crise econômica mundial em 2008. De lá pra cá já são milhares de criptoativos espalhados pelo mundo, o que é, inclusive, um grande diferencial. Como não precisam do intermédio de bancos, as negociações podem ser feitas entre países também (mas, claro, sem esquecer que existem as taxas de compra e venda).

Vale lembrar também que cada país tem uma legislação diferente. Em alguns, as criptomoedas são aceitas como método de pagamento legal, aqui no Brasil, no entanto, é entendida como um investimento financeiro, um bem adquirido – que deve ser declarado no IR.

Assim que surgiram, as criptomoedas foram alvo de muitos questionamentos e desconfianças, mas nos últimos anos aqueles que investiram no Bitcoin, por exemplo, viram uma valorização de 420% em reais, só em 2020. Com esse “boom”, várias criptos operam no mercado financeiro em alta, conheça algumas delas:

  • Bitcoin (BTC)
  • Ethereum (ETH)
  • Litecoin (LTC)
  • Ripple (XRP)
  • Binance coin (BNB)
  • Axie Infinity (AXS)

Print da cotação diária das criptomoedas mais bem valorizadas do mercado financeiro.

Como funcionam?

Agora que você já entendeu o que são e os vários tipos de criptomoedas que existem, é hora de compreender melhor como funciona a transação. Como já adiantei, as negociações são feitas de pessoa para pessoa e ocorrem na internet de forma totalmente criptografada, os dados de quem vende e compra são mantidos totalmente em sigilo.

Tudo isso acontece por meio de uma tecnologia chamada blockchain, que funciona como um grande livro-razão que armazena e registra todo o processo. E por ser assim, é quase impossível haver fraude com as criptomoedas, já que toda a operação é salva em domínio público (exceto pelos dados sensíveis que são criptografados).

Depois que a negociação é concluída, o comprador armazena seus códigos – sua recém-adquirida criptomoeda – que podem variar de 26 a 35 caracteres, no computador, smartphone ou carteira digital.

Com esse novo bem adquirido, o comprador pode tanto trocar por outro produto (caso a loja aceite esse tipo de pagamento) como usar como título de investimento e negociar no mercado financeiro. Há quem diga que essa é uma ótima estratégia para aumento de capital, mas, como vimos com o Mercado Livre, é uma estratégia visionária para o futuro.

#DicaOpenK: O Mercado Livre criou um verdadeiro ecossistema de funcionamento com o Mercado Pago, Mercado Pontos e agora com o Mercado Shops. Quer entender mais? Clique aqui para conferir se esse seria o fim das plataformas de e-commerce.

Cripto no e-commerce: futuro ou presente?

Achou complicado entender? Nossa mente não está acostumada com versões futuristas para a nossa realidade, não é verdade? Principalmente um assunto que parece ter saído diretamente de um filme de sci-fi. Mas, acredite, as criptomoedas estão mais presentes no e-commerce do que você imagina.

Todo o assunto começou com o Mercado Livre, mas se observarmos várias empresas já aceitam pagamentos com criptomoedas atualmente. Paypal, WordPress e Expedia são algumas delas.

Mas ainda mais singular foi a entrada da CoinPayments no Brasil neste ano. A empresa é uma das maiores marcas em soluções de pagamentos com criptomoedas e já comercializou R$ 200 milhões no país. Com isso, os planos para o futuro estão focados para a consolidação e institucionalização das criptomoedas no país.

O mercado está aquecido e os produtos ofertados pela empresa só tem o que agregar nesse crescimento. O sistema funciona como uma carteira digital, em que os interessados podem armazenar e receber pagamentos em Bitcoin e outros criptoativos. O grande diferencial? O público alvo são lojistas e donos de e-commerce.

#DicaOpenk: Antes de dar o próximo passo, veja como você pode melhorar sua operação com as nossas dicas para converter mais online.

Mas será que faz sentido?

A estimativa é que em 2022 se fale cada vez mais sobre as criptomoedas, principalmente, com esse foco para o e-commerce. Mas quais os benefícios? Será que faz sentido? É muito prematuro dizer, mas ao que tange os diferenciais, posso destacar dois pontos:

  • Taxas bem menores: O ponto que a CoinPayments tem batido forte é as taxas de pagamento bem abaixo da média. Isso porque o lojista vai pagar apenas 0,5% e recebe o valor à vista em sua carteira digital, sem burocracia, sem demora.
  • Sem fraudes, sem chargeback: Pelo funcionamento ser em blockchain de domínio público, depois que a transação é efetuada não tem como voltar atrás, não há estorno. Ou seja, um dos grandes gargalos com as fraudes no e-commerce terão uma drástica (e feliz) queda.

Sob um smartphone estão duas moedas Bitcoin: uma prata e outra dourada.

Criptomoedas são o futuro dos pagamentos online?

Todo esse assunto nos deixa bastante preocupados e ávidos por estarmos prontos para o futuro. Mas é muito cedo para afirmar categoricamente qualquer coisa, falar sobre um novo tipo de moeda é algo que precisa ser bem divulgado e ensinado para todos os envolvidos, tanto lojistas como clientes.

Para se ter uma ideia, foram necessários 13 anos para que o Bitcoin atingisse a sua valorização e agora que as pessoas estão começando a entender melhor e a procurar saber. É o que os especialistas têm chamado de institucionalização das criptomoedas.

Acredito que não é preciso pressa num momento como esse. É claro que os grandes sellers que têm um capital de investimento alto, fazem suas apostas e se preparam para o futuro, mas é algo que, para os médios e pequenos, eu sugiro aguardar um pouco mais antes de fazer qualquer alteração na forma de negócio.

Acompanhe as mudanças, entenda mais o tema, se conseguir adquirir algumas criptomoedas, faça esse investimento a longo prazo. Uma coisa é certa: para acrescentar uma nova forma de pagamento na sua loja é preciso ter demanda, então vá acompanhando, principalmente, como os seus clientes se sentem sobre isso.

E quando a pergunta, sim, as criptomoedas podem sim ser o futuro dos pagamentos online, mas não serão uma exclusividade, as outras formas de negociação ainda existirão. Acredito que seu funcionamento seria algo como “plus” para agregar ainda mais competição e atingir um público que ainda não tem tantas opções no mercado.

E já que estamos falando sobre o futuro, que tal continuarmos essa conversa falando sobre como será o e-commerce em 2022? Te vejo lá.


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