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23/12/2021
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notebook aberto sobre a mesa, mostrando gráficos

Encabeçar um negócio online nos últimos dois anos tem sido uma grande aventura. Em meio a uma pandemia global, vimos o segmento crescer exponencialmente e as oportunidades surgirem como nunca. Segundo pesquisas da PayPal, em parceria com a BigDataCorp, finalizamos 2021 com 1,59 milhões de sites, uma representação de 6% do varejo brasileiro.

E se você já acha esse número grande, acompanhe os dados de 2020: no ano em que a pandemia teve seu início, o movimento do consumo migrou muito para o online, o que fez o e-commerce em geral crescer 40%. Em 2021, o resultado, comparado ao ano anterior, foi 22% maior. Tudo isso aponta para o que já vivemos na prática: o destaque cada vez maior para o online.

Ainda que as lojas físicas tenham retomado sua atividade, o movimento que percebo é de uma integração entre as duas possibilidades, nem só um, nem o outro, mas os dois juntos. Inclusive, essa é a maior tendência para o ano que vem.

Falando nisso, não paro de receber perguntas de como será 2022, projeções, expectativas, muitas pessoas querendo saber como continuar tendo destaque com o mercado tão aquecido… Bom, essas respostas são um pouco complexas, mas hoje trago aqui uma análise de alguns pontos que percebo que vem crescendo ao longo destes últimos meses e que, com certeza, estarão mais fortes no próximo ano.

Vem comigo descobrir como será 2022!

Em escritório, dois homens de terno seguram prancheta e conversam. Ao fundo, um homem e uma mulher olham para papéis.

Tendências fortes em 2021

Antes de falar como será 2022, é necessário fazer um movimento contrário: observar o que foi mais forte em 2021, o que deu certo e o que não, quase como uma retrospectiva. Para daí então partimos para o próximo passo.

As maiores tendências que vi se fortalecerem neste ano podem ser divididas em 3 pilares: logística, principalmente na questão da precificação do frete; meios de pagamento com a consolidação do PIX e, por fim, pontos estratégicos e estruturais, como velocidade do site e abandono de carrinhos.

Todos esses pontos foram levantados ao longo desses últimos 12 meses e exerceram uma influência na forma de conduzir os negócios online, chamando atenção para uma demanda crescente ou para uma nova estratégia. Por esse motivo os considero como tendências fortes em 2021 que, com toda certeza, trarão impactos em como será 2022 para o e-commerce.

Falo um pouco mais sobre cada ponto logo abaixo, veja:

Logística:

Com um segmento em pleno crescimento, fica claro que foi preciso reavaliar a logística de funcionamento. Os pedidos aumentaram, as entregas também. Resultado? Sobrecarga e aumento na espera. Em contrapartida, os clientes pediam para que esse tempo de espera fosse cada vez menor, forçando o replanejamento logístico mais uma vez.

Centros de distribuição, novas formas de negócio (como o dropshipping) e estratégias de entregas expressas foram algumas das soluções que pontuamos aqui no Blog da OpenK. Precisamente por ver o que o mercado pedia de cada negócio e quando estamos falando do online, dinamismo e proatividade são palavras-chave.

Meios de pagamento:

Olhando para trás, imaginar que as formas de pagamento seriam da maneira que são atualmente seria uma grande utopia. Claro que os tradicionais, como boleto, crédito e débito ainda representam grande parte da preferência – principalmente na Black Friday, em que o uso aumentou 22%.

No entanto, ter uma solução sem taxas com transferências rápidas, automáticas e instantâneas como o PIX contribuiu para muitos negócios e também para a experiência de compra do consumidor.

Dados apontam que o PIX já é utilizado por mais de 40 milhões de brasileiros e já é a terceira opção de método de pagamento no e-commerce. Se ainda não aderiu em sua loja online, sugiro fortemente começar a entender como o PIX pode beneficiar o seu negócio e avaliar mudanças a partir desse ano ainda. Ao pensar como será 2022, o PIX com certeza faz parte do cenário.

Pontos estratégicos e estruturais:

Quando falamos sobre estrutura e estratégia no e-commerce, é interessante que só começamos a pensar sobre isso quando surgem datas comemorativas ou períodos de vendas mais acentuadas, como na Black Friday, ou quando pensamos em como será 2022.

É claro que, nessas datas, a taxa de acesso e visitas diárias aumenta como nunca antes, mas o ponto é que o seu site precisa estar pronto desde já, com apenas algumas alterações quando momentos como esses surgirem.

Falamos muito sobre esse tema durante este ano, além das estratégias de marketing, SEO e KPIs que toda loja online precisa acompanhar para ter uma operação cada vez mais “redondinha”. Acredito que esses temas nunca se farão obsoletos, até porque há sempre como melhorar, não é verdade?

O ideal é acompanhar os dados durante todos os 12 meses e readequar sempre que possível, tanto a velocidade do site quanto a jornada do cliente, seja pelas métricas ou pelas estratégias em SEO.

mulher com um celular na mão e um notebook no colo

O ano de 2021 termina, a meu ver, de uma forma satisfatória para o e-commerce. Com toda certeza enfrentamos vários desafios e momentos cruciais, mas o dinamismo que é fundamental para o segmento nos fez caminhar sempre avante.

A cada nova inovação do mercado – e houveram muitas – cada um, em seu contexto, soube adaptar para não perder suas vendas. O futuro nos aguarda ainda mais desafios, propostas diferenciadas e é sobre isso que quero conversar agora: diante de tudo que vimos neste ano, como será 2022?

Mas afinal, como será 2022?

As perspectivas e projeções para 2022 podem ser das mais variadas ordens, você pode ter um olhar pessimista ou otimista sobre tudo que pode acontecer. Mas, na realidade, não há como ter certeza dos desdobramentos que teremos no ano que vem. E uma coisa que a pandemia nos ensinou é que não se pode planejar com tanta antecedência, é preciso ter os pés no chão.

Mas isso não significa que devemos aguardar de braços cruzados e ser pegos de surpresa em cada inovação que surgir para o segmento. A minha avaliação de como será 2022 é baseada em tópicos que já se têm falado há alguns meses e que voltarão mais fortes já nos primeiros meses. Acompanhe:

Omnichannel

Comecei este texto falando sobre a unificação entre o físico e o digital, muitos chamam esse movimento de phygital ou figital, e é no conceito do Omnichannel que a aplicação dessa teoria tem sua vazão.

Em poucas palavras, Omnichannel aponta para a unificação de todo o processo de um negócio, tanto para clientes do online como no físico. A ideia é que toda a operação faça sentido em várias frentes: atendendo online, buscando os produtos presencialmente e pós-venda de forma online. E a chave para entender todo esse processo é a experiência do cliente, é ele quem conduz as preferências e o próximo passo para o seu negócio.

Isso pode soar um pouco óbvio, mas virar essa chave para todas as possibilidades que o omnichannel pode parecer complicado para algumas lojas. Se toda a operação da loja X é online, oferecer serviços de coleta física vai exigir toda a formulação da logística – tópico que falamos muito em 2021.

É necessário ficar com os olhos atentos para essas transformações, além de acompanhar as mudanças no perfil de consumo, isso evita esforços em vão para vender para um público que não existe mais.

Para encurtar: como será 2022? Ele será omnichannel!

Meios de pagamento

Esse é um tópico que falamos bastante em 2021 e será reforçado no ano que vem. Quando falamos de e-commerce, as palavras dinamismo e inovações estão sempre rondando cada passo dado. E isso se aplica diretamente nos meios de pagamento.

Constantemente, o Banco Central tem feito proposta para ampliar o serviço prestado pelo PIX, já temos o PIX Cobrança, PIX Garantido e, mais recentemente, o PIX Saque e PIX Troco. Ou seja, o serviço vai se consolidar ainda mais e este é um sinal de alerta para um estudo de como cada uma dessas soluções pode beneficiar a jornada de compra do seu cliente.

Para além das inovações no mundo do PIX, é arriscado taxar que não teremos mais cartões de crédito, porque ainda são a alternativa de mais preferência. No entanto, pela instabilidade econômica, algumas pesquisas apontam para o favoritismo do débito. Mas isso é algo a ser observado mais de perto, porque não podemos negar a predileção do crédito durante a Black.

De forma geral, a sugestão que deixo é estar atento e aberto para as inovações, mas também não se esqueça que métodos de pagamento também perpassam pela segurança nas compras. E esse assunto é tanto um tema de interesse seu, como do seu cliente. Uma loja com sistema antifraude se resguarda, mas também passa segurança para os consumidores.

LGPD

Falar da Lei Geral de Proteção de Dados no final de 2021 é um tanto quanto redundante, afinal ela já está em pleno funcionamento desde agosto deste ano. No entanto, muitos negócios não se adequaram. Uma pesquisa realizada pela RD Station mostra que apenas 15% das empresas participantes se consideram aptas às exigências da lei.

Sei que falar que a LGPD pode parecer um tanto confusa, mas sugiro que você faça uma maratona em todos os textos que temos aqui no Blog para iniciar ou até finalizar o seu projeto de adequação. Esse tema é extremamente pertinente para o e-commerce, já que estamos, todos os dias, lidando com dados e informações pessoais.

Não deixe para depois! As multas já podem ser dadas e em 2022 esse assunto ainda será muito retomado, principalmente, com o crescimento do e-commerce.

Pensando em como será 2022, comece sua leitura agora mesmo:

E para aprofundar ainda mais, temos um material exclusivo e gratuito com várias dicas de como será 2022 e um especial sobre a LGPD, olha só:

Banner verde e branco com divulgação do Ebook Openk: Os próximos passos do e-commerce. O que esperar para o ano de 2022?

Para saber como será 2022 fique atento a tudo!

Dizem que quem empreende não tem descanso e, em certo ponto, essa afirmação é verdadeira. Levantei aqui 3 tópicos que acredito fortemente que vamos ver em 2022, mas prever com certeza tudo que vai acontecer, como disse, é impossível.

A forma mais assertiva de ter uma operação online que cresce exponencialmente, mesmo em meio a segmentos com vários concorrentes, é saber se adaptar, acompanhar as transformações e as inovações. E aqui não digo para adequar tudo ao seu contexto, avalie com calma e faça o que estiver ao seu alcance.

Certas tendências não são para todos, outras, em contrapartida, são essenciais para todos e podem, inclusive, ser um diferencial competitivo. Então fique atento.

Falando nisso, já parou para pensar sobre os clubes de assinatura. Será que faz sentido para o seu negócio? Vale a pena? Discutimos tudo isso nesse próximo texto, que tal continuarmos essa conversa?


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