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Comércio eletrônico tem alta de 13% no faturamento em 2017

As vendas no comércio eletrônico aumentaram no ano de 2017. Confira quais foram os setores que mais se destacaram nesse período!

Segundo o Ebit, o mercado online faturou mais que o ano anterior nas datas comemorativas.  A BlackFriday de 2017 rendeu cerca de 10,3% a mais do que o período passado, atingindo R$ 2,1 bilhões com o faturamento no setor. Já no Natal, foram R$ 8,7 bilhões e teve um crescimento de 13% em relação ao período anterior.

Os principais setores que se destacaram em volumes de pedidos foram:

– Moda e acessórios (13,5%)

– Eletrodomésticos (12,3%)

– Casa e decoração (10,4%)

Já em questão de faturamento, as categorias foram:

– Telefonia (21%)

– Eletrônicos (20,2%)

– Eletrodomésticos (11,8%)

Tendências para 2018

O foco na experiência do usuário, a usabilidade na navegação e a integração das lojas online nos principais e mais lucrativos marketplaces são pontos que serão aperfeiçoados neste ano de 2018. Tudo isso devido ao cenário eletrônico que está se tornando cada vez mais promissor aos consumidores e competitivo!

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Conheça os benefícios e características dessa plataforma para seu negócio!

 

O mercado da plataforma de e-commerce B2B vem crescendo cada vez mais no Brasil à medida que as empresas percebem suas vantagens para seu negócio e precisam satisfazer às crescentes demandas dos clientes.

Afinal, o que é plataforma de e-commerce B2B?

É um sistema desenvolvido especialmente para o e-commerce entre empresas, da mesma forma que o comércio eletrônico B2C, esses sistemas são basicamente compostos por dois ambientes, o Front- End (ambiente web que é acessado por clientes), e o Back-End (onde são realizadas as rotinas administrativas do negócio).

Quais são suas características?

Embora algumas empresas acreditem ser a mesma coisa, as demandas operacionais de B2B e B2C são muito distintas. O fator determinante que uma empresa adota não são os produtos em si ou as quantidades negociadas, mas sim o destino das mercadorias vendidas.

Algumas características que diferenciam a plataforma de e-commerce B2B e B2C são:

  • Formas de pagamento
  • Diferentes opções de políticas comerciais
  • Navegação orientada para este tipo de negócio
  • Rotinas contábeis diferenciadas.

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Embora os dois tenham o mesmo objetivo, promover um ambiente de compra e vendas de mercadorias, as características das plataformas de e-commerce B2B as diferenciam.

No comércio eletrônico Bussines to bussines, é normal as empresas trabalharem com diferentes políticas de negócios, de acordo com o perfil de cada cliente.

Ela permite a criação de específicas formas de pagamentos, como tabelas de preços diferenciadas para cada perfil de cliente, política de desconto e outras customizações. Por esse motivo, é importante que ofereça flexibilidade de formatação de políticas comerciais para satisfazer um universo variado de consumidores. Sendo essa, uma funcionalidade dificilmente vista em plataformas de e-commerce B2C.

Ao começar esse projeto, é importante se certificar de que a plataforma seja adequada às necessidades do empreendimento, caso contrário, pode ser surpreendido por dificuldades operacionais e técnicas que podem acabar atrapalhando o negócio.

Felizmente, já é possível encontrar empresas especializadas como a Openk Tecnologia em plataformas e-commerce B2B, por isso, é importante analisar e investir tempo e atenção na pesquisa do sistema a ser adotado para o sucesso do seu negócio.

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Inédito – Panorama sobre o frete no e-commerce brasileiro

Veja a pesquisa que mostra um panorama sobre o frete no e-commerce brasileiro. Frete grátis é possível.

O e-commerce brasileiro cresce a uma média anual na faixa de 30%, inserindo cada vez mais consumidores no ambiente virtual de vendas e gerando oportunidades para empresas de todos os portes. Mas além da euforia no mercado com estes resultados, há uma preocupação constante dos consumidores: a segurança na gestão da entrega dos produtos, incluindo a percepção sobre prazos e custo do frete.

Para entender de que forma as lojas virtuais, plataformas e transportadoras atuam no mercado, a Axado, empresa de TI que atua na gestão de fretes para o e-commerce, realizou a pesquisa “Panorama sobre o frete no e-commerce”, que aponta, por exemplo, o amplo predomínio do uso dos Correios frente a outras opções de transporte por parte das lojas.

Ao todo, 93% dos e-commerces brasileiros utilizam os serviços dos Correios para entregar seus produtos, enquanto 35% também utilizam transportadora privada e apenas 13% contam com frota própria. Entre o portfólio dos Correios, o mais utilizado é o PAC (89%), seguido pelo Sedex (84%) e pelo e-Sedex (49%). A pesquisa mostra também que apenas 23% das lojas virtuais utilizam diferentes transportadoras por região. “Estes dados revelam que muitas empresas ainda não perceberam o potencial que alternativas de transporte para entregas mais localizadas podem fazer em determinadas campanhas. Com mais opções, o prazo de entrega pode ser menor, assim como o preço do frete”, analisa Guilherme Reitz, diretor executivo da Axado.

Outro dado revelado na pesquisa é o nível de integração das plataformas do país a um gateway de fretes, que permite ao lojista implementar diversas tabelas de frete e oferecer as melhores opções aos clientes, como campanhas de entrega grátis. Das 40 maiores plataformas em operação no Brasil, 30% estão integradas a um gateway de fretes e 17,5% integram mediante pagamento pelo serviço, enquanto a maioria, 52,5%, apenas calcula internamente o frete. “Esta parcela importante que utiliza outras transportadoras mostra preocupação em ter uma estratégia para a gestão de fretes. Isso ajuda a reduzir custos e aumenta a qualidade dos serviços prestados”, aponta Reitz.

Fonte: Ecommerce News

Os donos de e-commerce devem ficar atentos às oportunidades durante a Copa do Mundo

Em ano de Copa do Mundo o país que sedia o evento é sempre favorecido economicamente, e o Brasil não será exceção. Não há dúvida de que este será um ano especial para o varejo online. Em comparação com 2013, a Associação de E-Commerce do Brasil (ABComm) ainda espera um crescimento de 27% para o segmento de negócio de e -commerce , o que equivale a R$ 39,5 bilhões.

 

Entre os produtos mais vendidos destacam-se artigos esportivos (80%), eletrônicos (20%) e produtos relacionados ao Brasil, como camisetas e lembranças (20%). Mas como um evento desse porte traz muitos benefícios financeiros e econômicos, outros tipos de lojas podem e devem usar a Copa do Mundo para acelerar o ritmo de vendas também.

 

Um dos pontos-chave para este crescimento excepcional antes e durante a Copa do Mundo é o desenvolvimento da infraestrutura e conexão 4G, que permite que as pessoas comprem e também recebam seus produtos mais rapidamente. Além disso, o Brasil deve receber 600 mil turistas e, de acordo com ABComm, eles devem gastar cerca de R$ 300 por dia durante a visita ao país. Isto incentiva ainda mais a venda online para lojas virtuais e shoppings online, e traz ainda mais razões para comemorar os resultados.

 

Por esse motivo os lojistas que não são especializados em artigos esportivos, eletrônicos ou produtos brasileiros não precisam se preocupar. Tem espaço para todos na internet. Eles devem investir na sua loja virtual e aproveitar o tempo restante para montar seu esquema tático e  abrir o placar das vendas já em ritmo de vitória!

Fonte: Correio da Ilha